Tendências de Marketing para 2026
As principais tendências de marketing para 2026 e como elas impactam conteúdo, creators, influência e estratégias que realmente geram resultado.

Se tem algo que 2025 deixou claro é que o marketing não é só mais sobre “fazer barulho”, e sim sobre gerar impacto real.
Audiência sozinha não sustenta marca, seguidores não garantem conversão e campanhas pontuais já não entregam tanto o que prometem.
Em 2026, essa tendência se consolida como um movimento cada vez mais forte: um marketing mais inteligente, mais humano e mais conectado com comportamento, dados e comunidades.
Segundo a notícia do CurtaMais, pela primeira vez em três anos, o uso das redes sociais caiu, não em número de usuários, mas em tempo de permanência.
Mesmo com plataformas batendo recordes históricos de contas ativas, como o Instagram ultrapassando 3 bilhões de usuários, as pessoas estão passando menos tempo dentro dos aplicativos.
Isso revela uma mudança profunda no comportamento digital: a atenção ficou mais escassa, mais seletiva e muito mais disputada.
O usuário não deixou de estar nas redes, ele só passou a escolher melhor onde fica e qual conteúdo quer consumir.
Nesse cenário atual, conteúdos excessivamente editados, vaidosos e artificiais perdem espaço.
A audiência está cansada do que parece fake, distante e forçado. Agora buscam conforto, identificação, humanidade e relevância real.
Em 2026, atenção é a moeda de ouro no marketing.
É por isso que reunimos as maiores tendências de marketing para 2026: para você ficar por dentro do que realmente está mudando no comportamento digital e não errar na criação de conteúdos e campanhas.
Influence Commerce
O conteúdo virou canal de venda. Em 2025, ganhou força o termo “influence commerce”, que passa a se consolidar como estratégia central.
Na prática, isso significa que o influenciador vende ao mesmo tempo em que cria conteúdo.
A recomendação do produto não vem depois, ela acontece junto, de forma natural, integrada à narrativa do conteúdo, ele não termina mais no engajamento: ele leva direto para a conversão.
Plataformas e novos formatos caminham juntos para encurtar a jornada do consumidor: entre descoberta, desejo, compra, tudo dentro do conteúdo do influenciador.
Marcas que entendem isso deixam de tratar os influenciadores somente como mídia e passam a enxergá-los como parceiros de negócio, com papel ativo em performance e venda.

IA em escala
Quando falamos sobre inteligência artificial, não é mais só sobre “usar o chat gpt”, mas sobre escalar decisões inteligentes e otimizar tarefas.
Os agentes de IA passam a apoiar desde o mapeamento de criadores até a análise de performance, leitura de dados, identificação de padrões e otimização de campanhas em tempo real.
É nesse cenário que a plataforma da Influency.me ganha ainda mais destaque, ao centralizar o gerenciamento de campanhas do início ao fim, com acompanhamento de métricas e performance em tempo real.
A tecnologia deixa de ser apenas apoio criativo e passa a ser parte ativa da estratégia e do operacional, permitindo decisões mais rápidas, inteligentes e alinhadas aos objetivos de cada marca e campanhas.

Microcomunidades
Essa tendência de crescimento das microcomunidades muda completamente a lógica do “quanto maior, melhor”. Em 2026, o valor está em quem confia, interage e participa, não apenas em quem somente vê.
Creators com comunidades menores, mas altamente engajados, conheça mais sobre os nanos e micro influenciadores aqui, passam a ser essenciais para marcas que querem:
- Construir narrativa
- Gerar conversa
- Influenciar decisão de compra.
É o marketing saindo da lógica de massa e entrando de vez na era da conexão real.
Microcomunidades funcionam porque são formadas por seguidores que vão além do papel de audiência: são pessoas engajadas, fiéis ao conteúdo, à narrativa e às indicações do influenciador.
Existe confiança, recorrência e troca. Quando um influenciador constrói uma base forte e próxima, cada recomendação carrega muito mais peso para quem o assiste.
Porque não como publicidade, mas como sugestão de alguém em quem se confia. É essa relação que gera impacto real, conversa genuína e influência de verdade.
Somente seguidores já não definem mais o peso de um influenciador de sucesso. O que vai importar em 2026 é posicionamento, consistência e identidade.
Influenciadores se consolidam como verdadeiras mini-marcas, por terem: linguagem própria, valores claros, estética e branding reconhecível e relação de confiança com a audiência.
Para as marcas, isso significa escolher parceiros que somam narrativa, não apenas entregam alcance. O match deixa de ser só por números e passa a ser estratégico.
Conteúdos humanizados
Cada vez mais “sem maquiagem”, os conteúdos com a estética ultra produzida perdem espaço para conteúdos mais crus, espontâneos e humanos.
Em 2026, o que performa é o que parece real e é real. Erros, bastidores, opiniões sinceras e narrativas imperfeitas criam identificação, confiança e proximidade.
A audiência começou a reconhecer quando o conteúdo é forçado e simplesmente o ignora.
É importante as marcas entenderem isso, para que estratégias de “engessar creators” parem de existir e que oportunidades de co-criação possam surgir, respeitando linguagem, timing e autenticidade.
Parcerias de longo prazo
Campanhas pontuais não constroem audiência para as marcas. Em 2026, a força está nas parcerias contínuas, que acompanham o influenciador ao longo do tempo.
2025 nos mostrou que relações de longo prazo geram mais credibilidade, fortalecem a associação marca-creator, entregam dados mais consistentes e constroem memória na audiência!
O marketing de influência amadurece quando deixa de ser ação isolada e passa a ser estratégia de relacionamento.
Likes, views e seguidores deixam de ser protagonistas. O foco em 2026 está em métricas que realmente importam, como:
- retenção,
- engajamento qualificado,
- impacto no funil,
- influência na decisão,
- conversão e recorrência.
A pergunta não é mais “quantas pessoas viram?”, mas “o que esse conteúdo gerou para a marca?”. Dados deixam de ser um relatório bonito e passam a ser base para decisões estratégicas.
Conclusão
As tendências de marketing para 2026 mostram um mercado mais maduro, mais consciente e menos refém de fórmulas prontas.
Influência deixa de ser improviso e vira planejamento, dados, relacionamento e visão de longo prazo.
Na Influency.me, a gente não acredita em campanhas feitas no escuro. Planejamos estratégias que conectam criadores certos, formatos inteligentes, dados profundos e objetivos claros.
Se em 2026 pede campanhas mais estratégicas, humanas e eficientes, o caminho passa por uma influência bem planejada.
E se, nesse novo cenário, você quiser seguir não apenas tendências de marketing, mas estratégias de sucesso, conte com a Influency.me para alavancar seu marketing de influência e transformar atenção em resultado real.
